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Arquitetura em 2026: repensar como e por que construímos

Foto do escritor: Archanjo Stocler Delabianca
Archanjo Stocler Delabianca
há 2 horas
1 min de leitura

Ao reunir especialistas como o arquiteto holandês Reinier de Graaf para prever o que vem pela frente, a revista Dezeen chegou a uma conclusão forte: em 2026, os arquitetos precisam repensar como e por que constroem. A frase resume um momento em que crise climática, falta de moradia e novas tecnologias pressionam a profissão.

As direções do ano

  • Projeto passivo e sustentável como padrão, e não como diferencial

  • Retorno de materiais quentes e naturais, como madeira, pedra e terra

  • Reuso adaptativo de edifícios existentes no lugar da demolição

  • Integração entre interior e exterior

  • Design biofílico e foco no bem-estar

  • Espaços flexíveis, preparados para mudar de uso

  • Inteligência artificial como apoio ao projeto e à visualização

Do vidro frio ao edifício que funciona

Segundo análise da plataforma Spacely, a grande mudança é o afastamento do minimalismo plano, todo de vidro, rumo a uma arquitetura que tem bom desempenho ambiental, parece quente e humana, responde ao lugar e pode se adaptar com o tempo. A Global Sources acrescenta à lista a pré-fabricação e a impressão 3D como caminhos para ganhar eficiência.

O que isso significa na prática

Para quem vai construir ou reformar, a tendência mais importante talvez seja a menos visível: fazer mais com o que já existe, escolher materiais que envelheçam bem e projetar para o clima. Estética importa, mas desempenho e longevidade passam a ser o critério principal.

Fontes

Imagem de capa: ilustração gerada por inteligência artificial.

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