Loja como experiência: o que muda no projeto do varejo físico em 2026
O comércio eletrônico cresceu, mas ainda representa uma parte menor das vendas totais: segundo a consultoria Clarkston, cerca de 17% do varejo nos Estados Unidos. A loja física continua dominante, mas o cliente está mais seletivo e costuma ir com um objetivo claro. Para valer a visita, a loja precisa oferecer algo que a internet não oferece.
A loja como destino
Um relatório da The Look Company, que atende redes como Walmart, Lululemon e Skechers, aponta que os varejistas estão reduzindo telas digitais e estoque exposto para abrir espaço para experiências, conforto do cliente e sistemas de design modulares. A ideia, segundo a empresa, é transformar a loja em um lugar aonde as pessoas querem ir, e não aonde precisam ir.
O que dizem os consumidores
Na pesquisa de consumidores da Lightspeed para o ano fiscal de 2026, 52,8% dos compradores disseram ser mais propensos a voltar a uma loja depois de uma experiência positiva, e 82% afirmaram que vantagens exclusivas na loja física os fariam comprar mais presencialmente.
Recursos de projeto que ganham força
Áreas de estar e de permanência, com assentos e café
Espaços para oficinas, demonstrações e eventos
Atendimento consultivo em ambientes mais reservados
Mobiliário e expositores modulares, que mudam sem obra
Banheiros, fraldários e infraestrutura de conforto bem resolvidos
Para o pequeno comércio, a lição é a mesma: um ambiente agradável, bem iluminado e com motivo para ficar mais tempo transforma visita em relacionamento.
Fontes
Imagem de capa: ilustração gerada por inteligência artificial.




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