Calma com curadoria: as tendências de interiores que vão marcar 2026
Quando a revista britânica Dezeen ouviu designers sobre o que esperar dos interiores em 2026, a resposta apontou para uma calma com curadoria, no lugar de uma opulência superficial. A mesma direção aparece em levantamentos de escolas e imobiliárias de alto padrão na Europa: ambientes mais quentes, autênticos e feitos para durar.
As grandes linhas
Paletas quentes e terrosas substituindo cinzas frios e brancos estéreis
Curvas e formas orgânicas em sofás, mesas, arcos e marcenaria
Materiais nobres e naturais: madeira, pedra, linho e cerâmica artesanal
Ambientes montados aos poucos, com peças de diferentes épocas
Valorização do artesanato e da longevidade, contra o descartável
Do cinza ao terroso
Segundo a Sotheby's International Realty da Bélgica, tons como areia, terracota, marrom suave e verdes profundos estão ocupando o lugar dos cinzas frios, trazendo profundidade e contraste sem perder a serenidade. A Domus Academy, de Milão, destaca o retorno do toque humano e da qualidade de execução como prioridade sobre o design efêmero.
Maximalismo, mas com critério
O maximalismo continua presente, mas mais editado: em vez de excesso de objetos, a ideia é reunir peças com significado, misturando antigo, moderno e feito à mão. A casa passa a contar a história de quem mora nela, e não de um catálogo.
Como trazer para a sua casa
Comece pelas superfícies maiores, como paredes, tapetes e cortinas, em tons quentes. Troque um móvel reto por outro de linhas curvas. Prefira materiais naturais e de boa procedência, mesmo que em menor quantidade. E deixe espaço vazio: calma também é respiro.
Fontes
Imagem de capa: ilustração gerada por inteligência artificial.




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