top of page

Calma com curadoria: as tendências de interiores que vão marcar 2026

Foto do escritor: Archanjo Stocler Delabianca
Archanjo Stocler Delabianca
há 2 horas
2 min de leitura

Quando a revista britânica Dezeen ouviu designers sobre o que esperar dos interiores em 2026, a resposta apontou para uma calma com curadoria, no lugar de uma opulência superficial. A mesma direção aparece em levantamentos de escolas e imobiliárias de alto padrão na Europa: ambientes mais quentes, autênticos e feitos para durar.

As grandes linhas

  • Paletas quentes e terrosas substituindo cinzas frios e brancos estéreis

  • Curvas e formas orgânicas em sofás, mesas, arcos e marcenaria

  • Materiais nobres e naturais: madeira, pedra, linho e cerâmica artesanal

  • Ambientes montados aos poucos, com peças de diferentes épocas

  • Valorização do artesanato e da longevidade, contra o descartável

Do cinza ao terroso

Segundo a Sotheby's International Realty da Bélgica, tons como areia, terracota, marrom suave e verdes profundos estão ocupando o lugar dos cinzas frios, trazendo profundidade e contraste sem perder a serenidade. A Domus Academy, de Milão, destaca o retorno do toque humano e da qualidade de execução como prioridade sobre o design efêmero.

Maximalismo, mas com critério

O maximalismo continua presente, mas mais editado: em vez de excesso de objetos, a ideia é reunir peças com significado, misturando antigo, moderno e feito à mão. A casa passa a contar a história de quem mora nela, e não de um catálogo.

Como trazer para a sua casa

Comece pelas superfícies maiores, como paredes, tapetes e cortinas, em tons quentes. Troque um móvel reto por outro de linhas curvas. Prefira materiais naturais e de boa procedência, mesmo que em menor quantidade. E deixe espaço vazio: calma também é respiro.

Fontes

Imagem de capa: ilustração gerada por inteligência artificial.

Comentários


bottom of page